Tendência: O novo morar

Baseada na publicação de Casa Cláudia sobre tendências, compilei este post para refletirmos sobre as transformações do morar, as novas possibilidades e abordagem das causas destas transformações.

Que o mundo gira, já sabemos. Que ele se transforma também. Mas a rapidez destas transformações nos atropelam e precisamos correr e entender o impacto destas transformações, para entender os reflexos na arquitetura e nosso bem estar. As maiores mudanças nos últimos tempos foi sem dúvida comportamental. As novas gerações estão vivendo uma vida mais simples e engajada e também como os mais velhos estão deixando de lado os clichês que rodam o mundo do decor. Isto é fato. E como será a casa dos brasileiros nos próximos anos? Todas estas mudanças influenciam a relação das pessoas com a casa. A crise econômica, a dificuldade de mobilidade urbana, a violência urbana e a deficiência do transporte levam a repensar a dinâmica de morar. Junto destas mudanças crescem a preocupação ambiental, com forte influência no novo  morar e na mesma proporção a presença da tecnologia vira protagonista na vida contemporânea, no cotidiano doméstico provocando assim mudanças. Onde compartilhar é a palavra chave, as experiências são valorizadas, e o desapego passa a ser questionado. Rever o conceito de moradia é a tendência. Onde acumular é fora de moda e não faz sentido. As demandas do planeta inviabilizam o desperdício.

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Na mesma linha há um novo pensar sobre casas integradas, conectadas e compactas onde as atividades de morar, trabalhar e receber são facilmente realizadas com projetos dinâmicos e bem elaborados otimizando os espaços e as atividades propostas.

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O conceito do “menos é mais” reposiciona o morar com a máxima de que ter ficou menos importante do que reutilizar e compartilhar. No morar, as histórias, as peças originais e de família, a identidade, a reforma de imóveis e peças de valor afetivo, ganham destaque em relação as peças de modismo. O significado das coisas que aproximam ou estão próximas das pessoas é o que vale. O valor muda, e uma reavaliação sobre tudo é refeita com a intenção de se ter o que realmente se precisa. E assim financeiramente aplicar no tempo, para ter mais experiências mais compartilhamentos e viver a vida. A casa adquire cada vez mais o status de um lugar para VIVER bem.

#ficaadica #ficadicasanova

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