Seja Lupa e descubra este espaço criativo na Casacor RS

Olá seguidores,

Mostraremos para vocês hoje o Pátio do Músico , como um dos ambientes da Casacor RS que nos encantou. O conceito materializado no projeto, foi o ponto do nosso encantamento. Durante o percurso, ao sair do café, vejo o profissional apresentando o seu espaço. Logo me identifiquei. Lembrei de quando eu ficava nos meus ambientes na mostra, verbalizando todo o meu pensar através do conceito que criara, para que todos entendessem o projeto e cada detalhes nele lapidado.  O Lupa Multistudio faz sua estréia na mostra, com um projeto de área externa, que parte do desenho do símbolo shuffle, utilizado nos aplicativos de música. Segundo o arquiteto Lucas Prates, o símbolo remete aleatoriedade, versatilidade, multi função, descontração e interatividade.

O traçado segue linhas e combinações que justificam a simbologia shuffle, através das cores e iluminação o movimento, a descontração e dinamismo para o ambiente.

A sustentabilidade está presente em alguns usos como o painel solar para aquecimento dos bancos, espelho da água para climatização em dias secos. Assim funciona para a natureza presente, a brutalidade dos materiais escolhidos, a sustentabilidade e versatilidade de uso no espaço que remetem todo o conceito de “CASA VIVA”, segundo Lucas. Ele também acredita que o paisagismo vai muito além de pensarmos em um único uso, paisagismo é criar uma rotina viva e versátil fora da “caixa casa”.

Tudo se justifica. O traçado nos leva. O verde veste o espaço elaborado. Um ambiente externo que acolhe. A sustentabilidade do espaço está garantida, nas especificações dos materiais. Vejo arquitetura, vejo compromisso, vejo arquiteto envolvido em criar um conceito que mostre o seu pensar. Isto é estar em uma mostra, e se projetar através da sua criação.

Fotos: Edu Defferrari

A Lupa nesse caso é só para não perder nenhum detalhe. Vale a visita e sentir este espaço. Por mais ambientes assim em mostra.

Por isso faço questão em tê-lo aqui…um projeto de raiz.

#casacor #casacorrs #casaviva #arquiteturadeinteriores 

Varanda Urbana, um exemplo de casa viva.

Olá seguidores,

Vamos mostrar a partir de hoje alguns projetos que nos tocou na visita à  Casacor RS. Aqueles que são belos exemplos de “Casa Viva”, o conceito da mostra este ano; ou uma Casa de Raiz, o que priorizamos aqui nos posts.

O ambiente Varanda Urbana, assinado por Joana & Manuela Arquitetura, traz nesse conceito, uma varanda que se integra com uma área gourmet. Um espaço acolhedor e elegante, destinado á reuniões e encontros.

Dentro da proposta da mostra, elas criaram um espaço vivo, que traz conforto para as pessoas usufruírem a sua casa. A proposta da lareira, junto ao estar que se integra ao jantar e a bancada, denotam a versatilidade que uma casa viva deve ter. Os materiais como madeira, pedra natural, ferro e a vegetação, trazem o aconchego para o ambiente, que diferente de um cenário, propõe que a vida cotidiana aconteça ali.  Além disso, tiraram partido da iluminação natural através das janelas e do pergolado, tornando o ambiente livre e vivo, deixando a luz e o verde do jardim entrar. Tudo com muito estilo, materiais nobres e design, na medida para um ambiente de uso intenso.

“A sensação ao entrar, é de vida real. A permeabilidade, a luz, o verde, e a verdade expressa no ambiente, remete a uma casa viva.”

Segundo elas: “Atendemos o principal conceito de Casa Viva pelo nosso espaço ser um refúgio físico e mental e um espaço acolhedor, que convida a celebração com os amigos e família”.

Realmente a varanda urbana é um ambiente vivo, que convida a viver. Gostei Muito!

Abaixo as fotos de Cristiano Bauce:

Este é um primeiro exemplo de um ambiente interessante, de bom conceito e projeto executado, que extraímos da Casacor RS, logo postaremos outros.

#casaderaiz #casaviva #casacorrs #arquiteturadeinteriores

Nosso olhar sobre a Casacor Rio Grande do Sul 2018

Olá seguidores,

O que posso dizer sobre a Casacor aqui no estado, após visita na última quinta, 02… A tarde estava apropriada para um olhar detalhado sobre os ambientes da mostra, que neste ano estavam com os tamanhos bem nivelados. Isto é muito interessante para que se ofereça ao público uma noção de realidade nos espaços, além de evitar estrelismo entre os profissionais.

Os ambientes funcionais estão bem resolvidos, como a bilheteria, o talks bambu, e o café, que veio com uma atmosfera intimista, contemporânea, com mix de uso,  e de bom tamanho. Os lavabos funcionais são elaborados, e inseridos discretamente no circuito. Além dos ambientes da casa aberta, de criação discreta, que podem receber o público com acesso direto…boa ideia!

A acessibilidade é sempre complicada na mostra, devido aos imóveis à disposição. E nesta edição, bem complicado o fato de serem três casas de cada lado da rua. Mas a curadoria técnica resolveu bem… “os arquitetos sempre tem um coelho belíssimo na cartola“. E a pintura artística como faixa de segurança, foi a grande sacada. Ainda sobre acesso, a quarta casa tem uma imensa escada que leva a vários ambientes, que é impossível de serem visitados por portadores de necessidades especiais. E aí fica a pergunta  sobre a arquitetura universal, que deveria começar nesse tipo de evento.

A arquitetura de interiores contempla a todos, inclui, e torna melhor o morar de todas as pessoas, principalmente aquele com necessidades diferenciadas“.

O paisagismo da fachada, além de expor vegetações lindas, foi primordial para amarrar tudo, assim como as áreas externas bem elaboradas. Notei que este ano poucos ambientes foram construídos, o que é excelente, pois não gera lixo, com a demolição. Achei apropriado  que esse ano a diretoria da mostra tem uma parceria com empresa que dá o destino correto para cada tipo de resíduo.

Alguns arquitetos e designers se apropriaram do tema dos espaços criando ambientes interessantes, alguns bem comerciais. Ainda  temos aqueles que parecem impor uma arquitetura oferecida igualmente nos anos anteriores. Outros que conversam e cativam o público com suas criações, e outros poucos, conceituais. Me chamou muito atenção, um ambiente em especial, que tentava simular a vida real, mas muito fora de proporção. Isto é ruim!

Sobre as tendências, mais do mesmo. Pouca novidade. Acredito que o público normalmente sedento por saber o que usar em sua casa, e até copiar, deve ficar decepcionado, se ele segue algum tipo de informação sobre o tema.

Deixei para o final para falar sobre o tema da mostra, e como foi materializado no geral pelos profissionais. A “Casa Viva” segundo Lívia Pedreira, diretora superintendente da Casacor, na ocasião do lançamento em outubro de 2017 em São Paulo, diz que o tema remete ao detalhe de convivência, promove experiências que emocionam, faz a conexão com a natureza, além de ser um organismo pulsante. Vamos lá…Vida é a palavra chave deste ano no evento Casacor, logo os ambiente precisam expressar a vida. Como? O verde não é suficiente. É preciso mostrar a vida acontecendo de alguma maneira. Percebi esse movimento em pouquíssimos ambientes. Ficou claro que projetar sensações, não é fácil. Principalmente quando existe toda a questão comercial de um evento. Mas não podemos esquecer que são elas que conectam o visitante ao projeto e consequentemente ao profissional. Por isso esse detalhe é importante e o projeto não pode se perder. Os criadores devem projetar com o foco de mostrar o seu diferencial, para a sobrevivência da classe. Acredito ser essa conexão que a Lívia Pedreira deseja para o evento.

Alguns ambientes, trouxeram uma riqueza de detalhes, chegando a poluir, inclusive em alguns que a função era relaxar. Os detalhes denotam vida, mas não em excesso. Este, que muitas vezes não nos permite ver a riqueza do projeto. Imagine a percepção do visitante! Outros minimalistas demais, sem humanização, clean, estático, logo sem vida.

Mesmo assim, o fato de serem residências, e ambientes pequenos, o evento já se aproximou do público. Começa aí uma conversa. Esperamos nos próximos anos, que além de materializar o tema, haja uma conexão maior com o ser humano, em todos os sentidos. Afinal, arquitetura é praticada por pessoas, feitas para pessoas, VIVIDA por pessoas. Simples assim!

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Especial Casacor SP – Marcelo Salum – Ambiente com muita bossa, que nos encantou.

Olá seguidores, a Casacor SP está chegando ao fim. Depois de mostrar alguns ambientes que marcaram a volta e a estréia de profissionais na mostra, hoje vamos dar foco a um ambiente que mais nos encantou desde a abertura até a nossa visitação na semana passada. Ah,…o ambiente ficou em segundo lugar na premiação da mostra.

Tive a a oportunidade de visitar o ambiente de Marcelo Salum na Casacor Florianópolis no ano passado, “Mar sonoro, mar sem fim”, eleito o ambiente conceito da mostra. E o arquiteto sabe conceituar, e materializar o conceito com maestria. Ele encanta mesmo!

Para o ambiente de estréia, uma sutil homenagem à cidade que acolhe tantos brasileiros. É uma espécie de pedido de licença para entrar nessa grande e poderosa metrópole. O loft de 60m2 batizado de “Alguma coisa acontece mo meu coração…” É um espaço multiuso que aproveita a arquitetura da área, adequando-se como um recém chegado à São Paulo.

Os detalhes, a arte, as imagens, os bordados, definem os moradores que habitam a cidade. Assim como as cores que também seguem uma lógica: tons de cinza predominam pelo espaço, enquanto metade das paredes e teto ganharam um tom verde. ” É como um pedido de mais oxigênio para a cidade”.

As raízes impressas nesse ambiente, demarcam o território na metrópole, e assim deve ser em todas as habitações. O arquiteto imprime poesia, bossa e personalidade sem clichês. Os projetos de Salum, tem sempre um mix de texturas e detalhes que denotam alguém. Sempre tem alma ali.

Veja as imagens de Evelyn Müller

A riqueza de detalhes, com a simplicidade dos sentimentos e marcas de cada um no espaço. Gostamos muito! O ambiente com mobiliário solto, de muita personalidade garimpados para representar o conceito.

#casaderaiz #arquiteturadeinteriores #casaviva #temraiz

Especial Casacor SP por Debora Aguiar

Olá seguidores,… hoje apresentamos mais um ambiente especial da Casacor SP.  Mais uma referência de tendências e jeito de morar para se inspirar. O ambiente assinado por Debora Aguiar de 1.100m2 marca a sua volta à mostra, com a Casa Cosentino.

Inspirada na contemplação dos quatro elementos da natureza, a arquiteta projetou uma casa urbana, para um casal antenado e amante das artes, que tem como proposta levar a natureza de fora para dentro dos espaços, sem frenteiras entre o in e o out. O ambiente é um refúgio sofisticado e exuberante que materializa o conceito ” A Casa Viva“.

Projetada com todos ambientes que compõe uma casa completa, na área externa, traz um grandioso jardim com piscina, e áreas para descanso e contemplação. Tudo é integrado e permite tanto a convivência como também a privacidade. ” Toda a circulação e integração dos espaços estão voltados para o jardim, favorecendo muito a luz natural abundante e levando o verde para dentro dos ambientes. Essa transparência junto à natureza é o que busco em meus projetos para trazer aconchego e bem-estar”, diz a arquiteta.

Vamos descobrir tudo através das fotos de Marco Antonio:

A noite…

Debora Aguiar projetou um espaço sofisticado e atemporal, com materiais nobres, nos tons que contempla habitualmente em seus projetos.  A casa viva de luxo, a tendência! Onde os materiais naturais que remetem o aconchego foram protagonista, valorizando o morar bem com requinte.

Podemos dizer que esse é o luxo atual. Um luxo para se viver.

#casaderaiz #casaviva #arquiteturadeinteriores #luxo #gentefeliz

Especial ambientes Casacor SC Itapema

Olá seguidores, este canal é para mostrar projetos que contem histórias de morar e que possam orientá-los na formatação da sua casa junto ao profissional. Acreditamos que cases interessantes fazem você entender melhor a arquitetura de interiores e possa levá-la para sua vida.

Mas o calendário Casacor deste ano está a mil, por isso não deixaremos de mostrar por aqui os ambientes lindo que chegam aqui.

Hoje o post especial é sobre a Casacor SC, mais precisamente em Itapema que acontece até 22 de julho, no antigo Resort Plaza Itapema.

O tema da mostra “A Casa Viva” está em cada ambiente, são refúgios para receber amigos, familiares e pets.  A ideia é proporcionar inspirações para as pessoas sentirem-se integradas com vivências cheias de significado.

Vamos passear pela mostra? As fotos são de Lio Simas.

Fachada – Marcelo Urizar

O artista argentino ilustra “A Casa Viva” inspirado na pureza do olhar das crianças.” O olhar das crianças é puro”. O artista observa que no interior das crianças habita o desconhecido, o contato com os animais, a descoberta dos fenômenos da natureza, as novas percepções de ser quem somos.

Lobby ” Pedra que Bolle” – Angélica Paz, Cléo Linhares e Suellen Paul

Este ambiente mostra a relação aproximada dos profissionais com o mar, num mix dos estilos neoclássico, moderno e minimalista. A inspiração para o nome nasce de uma lenda do Costão Norte da Praia de Ilhota, onde há uma pedra que, nos períodos de ressaca, se move com o bater das altas ondas do mar. A lenda guarda a história do amor trágico de dois jovens apaixonados.

Sala de Imprensa – O trio de Itapema, Juliana Flores da Rosa, Raquel de Araújo e Fabiana Costa faz uma homenagem ao trabalho dos jornalistas.  A partir disso, elas agregaram jornais antigos, uma pequena biblioteca com livros ligados ao jornalismo e literatura geral e LPs, tudo aliado à tecnologia atual.

Home Fragrance – Laura Gransotto

O espaço sintoniza com a Casa Viva no conceito da Biofilia: a natureza como meio natural para a saúde. Trazendo o conceito Navy Blue  e o decor náutico.

Sala Happy End – Juliana Marodin

A sala busca, por intermédio dos materiais, conectar-se ao que realmente é importante na vida. O diferencial é o cantinho pet, hoje considerado um membro da família para muitos, incorporado ao estilo do ambiente.

Cine Inkor – Oikos Arquitetura

Karoline Bernardo e Sidnei Machado vem com este auditório especial. O espaço é apropriado para a realização de importantes eventos.

Apartamento Gold Edition – Fabiane Folchini

A inspiração foi um ambiente de uma empresária ligada à moda, solteira, descolada, antenada com tendências em décor e moda, recebe muitos amigos em seus momentos de lazer.

Unilux Hub – Daniela Vieira

Um ponto de encontro e de conexão entre as pessoas. Formas desconstruídas e volumetrias se destacam desde a fachada, dando ritmo e cores escuras, imponência e sofisticação. A integração com o Boulevard é destaque, levando para o exterior um espaço integrado, com mobiliário moderno, ideal para um drink e uma boa conversa com amigos.

Varanda do Músico – Liliane Rodrigues, Filipe Milanezi Lima e Lucas Fernandes.

Um ambiente confortável, para descansar e receber amigos em casa. Um refúgio para o homem que é músico, solteiro, amante do jazz e frequentador de PUBs ligados ao estilo.

Lavabos dos Artistas – Juci Perazza

Este lavabo traz um pouco do mundo da música para a Mostra. O luxo e o conforto são predominantes. Um espaço que valoriza a arte, com cores e materiais marcantes.

 Piano Bar  – Bruna Zappelini

Trabalhado no tom da Biofilia, remetendo ao mundo subaquático da Casa Viva. Leveza e sinuosos movimentos estão neste ambiente com conceito de leveza com formatos, materiais, cores e texturas que remetem aos elementos do fundo do mar, como peixes, corais, conchas, bolhas de água e ondas.

Habitat Deca – Jeferson Branco

Norteado pelo conceito central, o projeto Habitat DECA, celebra “A Casa Viva” com o que a vida tem de mais belo: sua diversidade. O projeto inclui todos os possíveis usuários, sem qualquer tipo de barreira ou discriminação. Utiliza materiais brutos e que remetem ao natural para recriar um habitat, onde essa diversidade do cotidiano acontece livremente, inspirado pela natureza e explicitando que diante desta, todos somos iguais.

Restaurante da Casa – Diogo Lemos, Leandro Sumar e Fábio Vitorino

Um restaurante com espaços distintos para diferentes ocasiões. Inspirado na expressão inglesa “Mood”, o ambiente baseia-se nos variados momentos e estilos de vida. O resultado é o relacionamento vivo, motivado pelo tema “A Casa Viva”.

Clube Kids – Diogo lemos e Rita Lemos

Um ambiente pensado para a garotada se divertir enquanto os pais visitam a mostra. Quatro espaços têm funções diferentes: um para teatro, outro para games e desenhos, um para atividades artísticas e um fraldário.

 

Pub do Hotel – Juliane Gasparin, Mariana Marchiori e Tatyana Müller

O nome do ambiente demonstra toda a sua pluralidade. As arquitetas criaram um projeto com linhas contemporâneas, permeadas por toques de tradição. Essas pinceladas podem ser vistas em elementos bem comuns em PUBs ingleses, como couro em capitonê, madeira maciça e tijolinhos aparentes, entre outros detalhes.

 

Livraria – Luiza Fortkamp e Hebert Evaristo

Há mais de mil títulos e seletas obras de arte no espaço, que tem estilo clássico e muito charme nos acabamentos. O ambiente foi pensado para trazer à tona a sensação nostálgica de uma livraria clássica. A atmosfera é de uma biblioteca particular de um casarão dos anos 20, com todo o charme e luxo do estilo vintage.

Penthouse – Alexandre Voigt

Composto de uma suíte completa com closet, sala de banho, living, jantar e cozinha, que camuflada de forma suave, parece um grande bar para receber os amigos e dividir um bom vinho.

Loft do Fotógrafo – Andressa Dangui

Inspirada no tema “A Casa Viva”, preparou seu show em materiais sustentáveis no Loft do Fotógrafo, construído com container. O espaço é criado para um jovem fotógrafo, ousado e moderno, ligado às tendências dos Home Offices, buscando para isto, o conforto.

Loft do Arquiteto – Athos Peruzzolo

Um loft  pensado para um homem apaixonado por arte, viagens e esportes em meio à natureza, reflete um pouco o seu próprio estilo de vida, suas preferências e hobbies. Living, home theater, closet, sala de banho e dormitório acolhem arte, objetos de design, a natureza em sua forma mais viva e peças garimpadas mundo afora.

Casa 55 – Fernanda Eicke

Sustentável e atemporal, a Casa 55 composta por fachada, área externa com paisagismo, balanço, Hall de entrada, jantar, copa bar, living, suíte master com sala de banho e closet. E uma das novidades do ambiente é o closet em vidro.

Galeria de Arte – Ana Lins e André Bettinelli

petit Galeria de Arte, tem como janela inspiradora o Pavilhão 1929 Barcelona Mies Van der Rohe, com linhas simples, ortogonais e elegantes. Materiais naturais acolhem com simplicidade os objetos, para valorizar o mais importante: a arte.

Cozinha de Estar –  Claudia Stach e Daniela Bordignon

O espaço cheio de inspirações, pensada para encontros saborosos e inesquecíveis, possui as funções de cozinha, living, jantar, adega e lavabo, formando a área social de uma residência, com ares contemporâneos, sem esquecer de suas memórias. Materiais naturais e vegetação são pontuados, trazendo conforto, de maneira sutil e elegante.

Spa Murion – Lia Herrmann e Mateus Spricigo

Um ambiente para mexer com os sentidos dos visitantes, inspirando leveza e aconchego, trazendo em sua essência o minimalismo na composição formal. A simplicidade foi o ponto inicial. Todos os excessos foram dispensados para criar uma atmosfera elementar e contemporânea.

Jardim Tropical – Francielle iOst

Inspirado nos elementos da natureza local, como a água em movimento, a palha e a madeira, a profissional cria um espaço de convivência e também de passagem. São quatro lounges para os visitantes, que ganham a sensação de bem-estar e bons encontros na mostra.

Lobby do Hotel –  Lili Golunski, Georgea Golunski Novello e Natalie da Cruz

O Lobby do Hotel faz alusão às residências dos anos 70, típicas da região Sul do Brasil. Destacando trabalhos feitos em madeira, as rústicas casas de pescadores foram a essência para a concepção do projeto. A champanharia anexa ao lobby, complementa as memórias afetivas e fornece uma experiência de recepção luxuosa aos hóspedes.

Beach Sunset – Francisco Macedo Bhöm e Lygia Siévert

A piscina é o lugar da memória afetiva dos visitantes, diante da Praia de Ilhota. A originalidade das lembranças de um hotel que marcou a vida de muitos, durante mais de 40 anos, foi mantida e reorganizada, dentro de uma realidade atualizada. Conforto, lazer e convívio, aliados à simplicidade e à beleza do mar. “Um ambiente especial para exaltar a grande festa que é a vida! Este é o espaço onde tudo pode acontecer”.

Varanda Gourmet – Aline Sandri e Elise Bueno

A ideia foi conceber um espaço para contemplação, descanso e convivência, com uso gourmet.  A Varanda Gourmet traz o conceito de que a casa deve estar sempre em movimento, deve ser usada, tanto para receber quanto para relaxar. A natureza e a luz natural estão presentes em nosso espaço, também mostrando que a casa é viva, na manhã com um olhar através da luz e à noite, com a chegada da luz artificial, cria uma nova sensação, um novo sentido o da Casa Viva”.

Loft Gris  Maria Ondina Garcia e Eluize Mendes

Um espaço contemporâneo para uma empresária do mundo da moda, prática e autêntica. O layout integra estar, jantar e cozinha, a um jardim com plantas naturais traz a sutil transição entre as áreas social e íntima.

Casa Carbono –  Pedro Tessarollo e Jairo Lopes

Nesta edição eles apresentam a Casa Carbono, uma caixa arquitetônica, um loft com espaços fluidos e totalmente acolhedores. “Elegemos o carbono, elemento químico utilizado para investigar a cronologia e memórias dos objetos, para traçar uma equivalência com a casa. Para nós, o tema remete às marcas do tempo decorrentes da relação entre o morador e a morada. Na verdade, são registros da história de ambos”.

Loft Casa Verde – Tufi Mousse

A CASA VERDE tem a cozinha tecnológica, a sala para jantar, o estar para conversar e a suíte para descansar, com funcionalidade e muito aconchego numa atmosfera urbana.

Living e Jantar – Fernando Luiz Dal Bosco

Ele promete conquistar esse exigente público com uma casa à beira-mar, contemporânea. Há o aconchego da madeira e a rusticidade de pedras naturais de cascalho, que compõem o ambiente no revestimento das paredes. A proposta é transformar um ambiente rústico sem deixar de ser sofisticado e conceitual.

Cozinha Dinamarquesa – Linda martins e Cris Araújo

Inspirada no design das terras de Hamlet, grande obra de William Shakespeare, promete uma experiência sensorial e visual única. Buscaram no estilo escandinavo a base para a idealização da Cozinha Dinamarquesa. “Para cumprir a proposta da mostra, trouxemos ainda mais aconchego e uma simplicidade convidativa para a cozinha. Para isso, apostaram no design nórdico como inspiração que prega o conceito de hygge. Não há tradução do termo, mas refere-se a uma vida minimalista com foco no bem-estar. Na decoração, traduz-se em funcionalidade e máximo conforto.

Suíte Master – Daiane Melo Campos e Mariana Maran

Uma suíte para inspirar, com equilíbrio entre aconchego e sofisticação. A integração dos espaços está aliada à funcionalidade do ambiente, composto pelos closets dele e dela, home office, sala de banho e SPA, e o quarto.

Sea Lounge – Luiza Fortkamp e Hebert Evaristo

Ambiente elegantemente acomodado em um container, na ideia sustentável da Casa Viva. Idealizado com a proposta de um espaço externo, tal qual uma edícula, para que os amantes do mar possam apreciar sua grande paixão, aguardar os preparativos da sua embarcação, bem como passar um dia de descanso em família e amigos, longe da loucura das cidades grandes. Um lounge – SPA para apreciação e descanso, e um recanto para o tão merecido ócio.

Garden Loft Renault – Adriana Piva

O Garden Loft trazem como conceito a integração entre os espaços externo e interno, utilizando-se da vegetação como elemento principal desta relação, pois o verde se faz presente desde a chegada à área externa, conduzindo e estando também no ambiente interno. O layout, em quatro ambientes (Garagem, Living, Jantar e Suíte), é composto por espaços que se integram e que mantém a mesma linguagem arquitetônica, mas que ganham personalidades distintas por meio das escolhas dos materiais de acabamento.

O que dizer deste tour? Adorei ver o conceito “Casa viva” desfilando pelos 35 ambientes da mostra, reforçando o compromisso da integração dos espaços com a natureza, com as pessoas, com a sustentabilidade, e  de verdade propondo um morar cheio de significados, abdicando do luxo ostentação. Parabéns aos profissionais que honraram seus títulos e valorizaram o conceito da Casacor 2018, a casa viva…e viva a casa!

#casaviva #casacor2018 #casacorsc #design #arquiteturadeinteriores

Cisterna Deca na Casacor SP por Osvaldo Tenório

Olá seguidores, vocês sabiam que além de editarmos conteúdo aqui no site, nós somos um escritório de arquitetura? Sim, completaremos 20 anos de arquitetura em 2019. Por isso trazemos conceitos fortes, com relevância e que permitam um novo pensar sobre as nossas atitudes ao compor ou construir algo. A sustentabilidade, os impactos de ações no segmento, o uso de recursos naturais como a água, por exemplo.

O projeto de hoje, traz um conceito sobre o uso da água na Casacor SP. O arquiteto Osvaldo Tenório é responsável pela Cisterna Deca, um espaço de contemplação e reflexão sobre o uso da água. No ambiente é possível fazer uma conexão e refletir sobre o tema da mostra “A Casa Viva“, com destaque para a harmonia com a natureza, onde a água um bem tão precioso é a protagonista do espaço.

O profissional buscou referências em cisternas que antigamente serviam para armazenar água, para fazer uma analogia com este recurso e o cuidado com o uso racional desse bem.  Para isso o arquiteto criou um espaço contemplativo que proporciona uma experiência única com uma cisterna de 70.000 litros de água, que funciona com um sistema de recirculação, estimulando na prática, o reuso da água, essa é a raiz.

A cisterna é composta por um hall, que possui uma cascata, que leva a água ao espelho d’água. Parte desta água que cai do teto, representa a chuva e faz alusão ao caminho da água que irá abastecer a cisterna. Na grande varanda para contemplação, o caminho leva as rampas, lá pode-se ter uma visão completa do ambiente que com seu jogo de luz e sombra e o o barulho da água proporciona, uma experiência de reflexão e aproximação com a questão da água, um dos nossos bens mais preciosos e valorizados pela Deca.

Ainda em outro espaço, encontramos a sala de banho pensada para um casal. Neste ambiente integrado, o arquiteto expõe peças assinadas por ele como destaque da marca. Com o desenho feito em cima de uma barra, cria um sistema linear que conecta todos os elementos como chuveiro, misturador e papeleira, que cortam o banheiro de várias formas e possui três modelos distintos de acionadores, um cilindro reto, uma fundição de galho de árvore e uma pedra, todos inspirados na natureza. Ainda criada por ele as cubas e o piso, traz para o ambiente o requinte e aconchego das pedras naturais.

Diz o criador: “Pensei num ambiente que transmitisse os valores da Deca de uma forma diferente, mais tangível, mostrando a preocupação com a água“. Esse é o pensamento que provoca a reflexão.

Agora vamos conhecer o ambiente através das fotos de Rafael Renzo:

 

A arquitetura tem o compromisso de criar conceitos formatados para expor ideias. É através deles, que se materializados, provocam o pensar que pode mudar velhos conceitos e ações. Este ambiente, trouxe para a mostra, uma preocupação que deve estar em todas as pranchetas. Aquele que trata com cuidado os recursos naturais. Isto é ambiente de mostra! Isso é ser arquiteto!

#casaderaiz #arquiteturadeinteriores #criacasaecaso

 

O TEMPO é a raiz da Sala Toki por Juliana Pippi para Casacor SP

Olá seguidores, hoje apresentamos um ambiente que se propõe a ser um refúgio do caos externo, proporcionando um clima propício para se reconectar com o tempo e consigo mesmo. Este é o espaço de estréia da arquiteta Juliana Pippi na edição paulista da Casacor.

“És um senhor tão bonito/Quanto a cara do meu filho/ Tempo, tempo, tempo, tempo…/ És um dos deuses mais lindos.” Os versos de Caetano Veloso em sua “Oração ao Tempo” embalam a verve criativa da arquiteta. E foi o próprio tempo, senhor de todas as coisas e autenticador de todas as qualidades, materializado na proposta, uma leitura panorâmica tanto do tempo enquanto passagem cronológica, quanto da metáfora de seu aproveitamento e da angústia pela sua falta. “São Paulo, que é um dos maiores estandartes da vida apressada na megalópole para mim, enquanto forasteira, é o contrário: uma desaceleração, diz Juliana.

É tanta poesia, que descreve abaixo que resolvi discorrê-la exatamente como recebi. (seria um crime, poupá-los).

Batizada de Toki – Um Mergulho no meu Tempo, imaginou-se um pequeno cubo de 40 metros quadrados como zona de contenção, calmaria, equilíbrio e recarga, onde leveza e frescor imprimem as maiores notas por meio de paleta suave, tons esmaecidos, texturas aconchegantes e um forte apelo craft na seleção de superfícies e acessórios. As paredes, por exemplo, se harmonizam entre a composição da cerâmica assinada pela artista Hideko, as áreas de lona crua, e os encapsulamentos com telas bem fininhas em performance quase de papel-arroz, vendendo a ideia de flutuação desde o piso em mood sépia até alcançar o teto em carvalho estonado, levemente rosado, de onde pende uma escultura deslumbrante da artista Clara Fernandes. Entre ampulhetas e composições transadas de arranjos naturais, a seleção do mobiliário e dos acessórios também confronta timings diferentes, numa narrativa cheia de lógica para a arquiteta que também é musicista e apostou nos versos de Arnaldo Antunes para a trilha: “Será que a cabeça tem o mesmo tempo que a mão? O tempo do pensamento, da ação?”. Assim, o dito slow design, em peças desenvolvidas ou customizadas especialmente para  seu espaço, ofício que demanda longos períodos de feitura entre os dedos. Nessa mistura fina, a arte também abarca saberes atemporais.  Entre transparências e furtacores, o ponto de exclamação é o sofá, que ganhou índigo em tie-dye, técnica oriental milenar (também conhecida como shibori no Japão) que descolore os tecidos em manchas abstratas. E, para acentuar essa autoria handmade, a própria Juliana desenhou o tapete em tear, quase como um manifesto das reconexões com a casa, com a vida e consigo próprio, de dentro para fora e de fora para dentro. “Todo o layout é voltado para a janela, para descansar a vista e direcionar o olhar para o mundo – e para o tempo – que nos espera”.

Para finalizar, outro verso “caetânico”: “Peço-te o prazer legítimo e o movimento preciso, quando o tempo for propício/Apenas contigo e comigo/Tempo, tempo, tempo, tempo”.

Estão curiosos, para visualizar a poesia? Aí estão as fotos de Denilson Machado.

Este projeto é um belo exemplo do compromisso que a arquitetura de interiores tem com o cliente, neste caso o conceito por ser uma mostra. Ao olhar não entenderíamos, talvez, tanto significado materializado no espaço.

Precisamos cada vez mais lutar pela exposição das ideias/conceitos/raízes de cada projeto. Assim, além de olhar e ter a beleza e as sensações como resultado, divulgamos o criador e orquestrador da obra de arte, como sua referência. Logo, se entende tamanho investimento que se faz ao criar um projeto único e lapdado para se viver, priorizando significados.

#casaderaiz #arquiteturadeinteriores #projeto #significado

Especial Casacor SP: Villa Olivo por João Armentano

Olá seguidores, post extra com um ambiente da Casacor São Paulo assinado por João Armentano, a Villa Olivo Todeschini.

Sintonizado com o tema da mostra deste ano, A Casa Viva, que valoriza o lar como um refúgio físico, mental e espiritual, o arquiteto João Armentano propõe a interação entre o jardim e a casa, de modo que o paisagismo, criado por Daniel Nunes, adentra praticamente todo o espaço, passando pelas janelas da cozinha e do living ao quarto. Na sala, por meio de portas pivotantes de vidro, do piso ao teto, e das brises recortadas, a grande protagonista do jardim – uma oliveira de 300 anos, trazida do Uruguai e inserida na CASACOR .

Marca registrada dos projetos, a integração sutil de cada um dos ambientes da casa preserva a segmentação deles e a amplitude, como um todo. Assim, estruturas leves e não inteiriças configuram espaços fechados e abertos, ao mesmo tempo, e personalizados dentro de suas propostas e funções.

Na casa de 320m2, o arquiteto convida à apreciação da mescla entre o antigo e o atual. Em toda a dimensão, peças de design contemporâneo foram harmonizadas às relíquias garimpadas em antiquários, tudo para mostrar uma casa viva cheia de personalidade.

Confira as fotos de Lufe Gomes:

Organismo vivo, minimalista, personalizado, com uma conexão incrível com a natureza, como o luxo contemporâneo pede. Simples assim!

#casaderaiz #arquiteturadeinteriores #gentefeliz

As raízes de Leo Romano, ganham um instituto.

Olá seguidores que amam arquitetura de interiores e design.

Vamos mostrar aqui um espaço de arquitetura e arte recém inaugurado em Goiânia, o Instituto Leo Romano.

Vamos conhecer?

Para celebrar seus 21 anos de trajetória profissional e realizar um antigo sonho, o arquiteto e designer Leo Romano escolheu a cidade onde escreveu sua história, para abrigar a sede de um centro educacional. “Passamos a oferecer um novo espaço de referência de arte e de formação em que ocorrerão palestras, workshops e outras atividades, principalmente para estudantes e profissionais das áreas de arquitetura, design e artes plásticas, celebra Romano.

A casa dos anos 70, com arquitetura moderna, a residência foi totalmente reformada para receber alunos e colaboradores. Inserida em meio ao verde, conta com um jardim para os visitantes. Segundo Leo, “A construção dialoga com desenhos modernistas de década de 70, assim como com os desenhos de Oscar Niemeyer”, comenta.

O local também abrigará a sede do escritório Leo Romano de Arquitetura, uma biblioteca aberta para o público geral, além da galeria de arte.  E para valorizar ainda mais essa atmosfera, os espaços contam com uma decoração especial, repleta de móveis e objetos assinados pelo próprio designer.

As fotos são de Edgard Cesar.

Um lugar de referência, um lugar para pensar sobre arquitetura, arte e design.

Um espaço com a raiz de Leo Romano.

Por muito mais espaços assim!

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